quinta-feira, 17 de julho de 2014

Horta caseira... Eu tenho.

Ter uma horta no próprio quintal, é muito gratificante e uma ótima terapia.
Quando comecei a criar minha horta vertical, apenas para ter algumas cenoras fresquinhas a mesa, não imaginava tornar disso meu hobby.
Isso mesmo além de ser uma higiene mental, gerar alimentos frescos e sem agrotóxicos, minha pequenina horta caseira já está tomando corpo entre os amigos e arrumando mais adeptos.
Eu comecei meu novo empreendimento, plantando em garrafas plásticas algumas cenouras e rabanetes. 
Apesar do meu quintal ser espaçoso e até com uma boa área disponível, optei pela horta vertical devido a péssima qualidade da terra, só tem pedra e areia, e também pelo fato de ter ganho meu pequeno, na época, cachorrinho, hoje parece mais um cavalo de grande.  Com essas condições, não tinha chance de conseguir plantar algo no chão. Na primeira tentativa, meu pequeno "cavalinho canino", estraçalhou a garrafa, espalhou a terra pelo cimentado e ainda cavou um enorme burraco no local do já finado rabanete. Um ano e meio depois, já tenho alface, coentro, cebolinha, tomate, pimentão e até colhi recentemente um lindíssima couve-flor.
Minhas primeiras cenouras colhidas, deixaram-me entusisasmado, além de ficarem muito bonitas nas garrafinhas dependuradas em meu muro, e assim livres do ataque do meu cachorro, eram macias e deliciosas. Comi as três primeiras cenouras cruas mesmo. Bem docinhas. Empolguei-me.
Resolvi cercar uma pequena área no quintal, para evitar outro desastre, e comprei terra orgânica. Funcionou. Para ajudar, comecei a colocar num velho garrafão de água reaproveitado, restos de cascas de legumes, um pouco da terra areosa e sem pedras, um tanto de terra orgânica e água 3 vezes por semana. Misturei tudo e coloquei em algumas covas preparadas no cercado. Funcionou surpreendentemente, foi dai que colhi a couve-flor.
Aproveitei as garrafas pet e fiz dois tipos de recipientes. Com o fundo, coloquei hortaliças que precisam mais de terra, como a alface e os bicos das garrafas enterrei no solo ruim, enchi de terra orgânica e plantei as hortaliças menores, como coentro e rabanete. As cenouras continuo plantando nas garrafas inteiras, por precisarem mais de espaço vertical. De oito pequenas garrafas que iniciei, hoje cheguei a uma pequena horta que me deixa muito feliz.
Reaproveito tudo, desde uma vassoura velha, que reutilizo os fios para sustentar as garrafas na parede, presos com lacres de latinhas de cervejas, até pequenas embalagens plásticas como sementeiras.
Qualquer pessoa, em qualquer espaço, pode criar a sua.
É muito gratificante ver a germinação de uma pequena semente, seu crescimento dia após dia, até colher e saboreá-la. Tudo fresquinho, sem nada de agratóxico, apenas cuidados e reaproveitamento.
Vale a pena.



 

segunda-feira, 7 de julho de 2014

terça-feira, 1 de julho de 2014

Inquietos

Inquietos

Titulo original: Restless

Diretor: Gus Van sant

Gênero: Drama

Lançamento: 2011

Elenco: Henry Hooper, MIa Vasikowska, Rio Kase



Sinopse: 




Dois jovens estrangeiros se conhecem de forma inusitada, em um velório. A partir daí, constroem um amor profundo e duradouro. Uma análise sobre a amizade e o amor, que podem ser tão atraentes e verdadeiros como provocativos e agitados, ou melhor, inquietos.


Opinião: 

Nota 7 - Uma história muito simples e linda, com um final previsível, mas que não tira a beleza do romance. Vale a pena.




segunda-feira, 30 de junho de 2014

Ufa! Passei em mais um teste cardíaco.

 
Naquele domingo de manhã quando liguei para minha mamãe e ouvi aquela voz grave, pensei ter feito um contato com o além...

- Alô...
- Oi filho, bom dia.
- Pai, é você????
- Não. Sou eu, sua mãe.

Mas esse susto era explicável. O culpado? A seleção brasileira.
No dia anterior aconteceu um jogo dos mais difíceis para a seleção canarinho. Brasil x Chile.
Já estava cansado de ouvir na TV o charmoso e cansativo grito de guerra da seleção adversária:
CHI...LE! Chi, chi, chi... Le, le, le. Viva Chile!
era ligar a TV e lá vinha uma chamada para algum ponto do país que trazia a imagem de um monte de camisas vermelhas saltitantes, dando esse grito de guerra.
Chi, chi, chi... Pelo amor de Deus!
Confesso que até então torcia pelo chilenos, gente muito alegre e divertida. Queria muito que fossem além, mas sem deixarnos para trás.
Fomos assistir o jogo num barzinho, aqui na roça mesmo. O bar de sempre.
Pra variar estávamos apenas nós. Um pouco antes do início do jogo, chegaram mais quatro pessoas e assim ficou disposta nossa torcida.
Tod mundo sabia que o jogo não seria fácil, mas mesmo assim no bolão que antecede sempre os jogos, o otimismo estava presente. Mas eu duvido que alguém imaginou que seria da forma que se deu.
Cantamos o hino nacional juntos, nos preparamos nas cadeira e começou o jogo.
Até que estávamos relaxados, talvez pela caipirinha e as cervejas que já estavam dispostas em nossa mesa.
Não foi um grande primeiro tempo. Os jogadores estavam meio apagados, sem expiração e isso foi fazendo crescer uma certa tensão no ambiente.
No segundo tempo não foi diferente. Cadê nossos canarinhos? Pareciam que estavam presos e o Chile crescia.
Acabou o segundo tempo e clima estava pesado demais.

- Abre mais uma por favor! Só pra relaxar...

Passado o tempo normal, mamãe, que não tomou uma gota de alcool, pois estava tomando remédios, parecia concentrada. Até então não se exaltou em menhum momento do jogo. Estava séria e quieta.
Foi -se a prorrogação... Meu coração a esta altura, estava muito próximo da garganta, querendo sair do peito e mãmãe, calada.
Quando foi dado o início da cobrança de penalidade, ela animou-se e começou a gritar com nossos gols e erro do Chile. Até que...

- " Bem amigos, competição empatada e Hulk se dirige para bater o penalti. Vamos lá Hulk vamos tomar a frente da disputa... Correu... Bateu e ... Defendeu o goleiro do Chile!"

No meio de toda aquela gente, só mamãe comemorou levantando-se da cadeira e soltando um grito...

- Eeeeeeee...
- Mãe! Foi o goleiro deles que defendeu e a senhora comemora?
- Foi é...? Ah, então eu errei. Esse Hulk...

Quem aguenta essa mulher... hehehe.
Dali por diante, ela recobrou o folego e vibrou como nunca, agora para o time certo. A alegria e os gritos dela, marcaram a disputa até que saíssemos vencedores. Foi tanto que ela ficou rouca de vez.
Que teste cardíaco foi aquele? Mas passamos para a fase seguinte. Que venha o próximo... Ufa!
Mamãe... Só pra lembrar, o nosso time é o de amarelo... Ops! A Colombia, nosso próximo  adversário, também é amarelo. Já vi tudo, na próxima sexta-feria teremos que informar mamãe de novo, só para garantir e não deixar ela fazer com em Feriado IV.
Haja coração.

quinta-feira, 26 de junho de 2014