quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

O caso dos dez negrinhos

Estante Virtual


O caso dos dez negrinhos



Uma ficção policial incrível, onde dez pessoas diferentes recebem um mesmo convite para passar um fim de semana na remota Ilha do Soldado. 
Na primeira noite, após o jantar, elas ouvem uma voz acusando cada uma de um crime oculto cometido no passado. 
Mortes inexplicáveis e inescapáveis então se sucedem. 
E a cada convidado eliminado, também desaparece um dos soldadinhos que enfeitam a mesa de jantar. Quem poderia saber dos dez crimes distintos? Quem se arvoraria em seu juiz e carrasco? Como escapar da próxima execução?




Opinião:

Este incrível livro poderá te viciar em Agatha Christie, esta escritora britânica fantástica. É  um classico, um best seller de trama policial. Agatha te convence de quem é o culpado e quando você dá por certo a solução, ela vem e muda tudo de uma maneira que nos deixa de boca aberta. Incrível.

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Quando estiver com medo: Confesse-o


Li há algum tempo atrás, um livro que em certo capítulo tratava exatamente sobre isso: O medo de falar.

O medo de falar em público é muito comum, mas o medo de falar com algum tipo de pessoa, tipo, um chefe, alguém superior, seja no trabalho ou na formação é muito mais comum do que imaginamos.
Ouvi uma vez esse conselho que trás o título e meditei muito sobre isso. Então percebi que era o motivo de muitas oportunidades que perdi. 
As circunstâncias sempre nos colocam numa condição de exposição, seja no estudo quando passamos por uma entrevista em busca de bolsa, ou mesmo numa oportunidade de emprego. Seja numa seleção ou na hora de falar com o temível chefe.
A apresentação diante de uma pequena plateia já nos faz suar muito. Passei por isso e não tive a coragem de denunciar meu nervoso, mas é claro que era notório diante de minha tremedeira e isso aconteceu mais algumas vezes, até ler esse livro.
Depois de ler e refletir, resolvi colocar a prova. Fui visitar um cliente que realmente me deixava muito nervoso, diante de sua importância. 
Enquanto esperava na sala de sua secretária já suava e sentia o nervosismo me sufocar. Já havia tentado falar com ele por diversas vezes e havia desistido, mas a coisa complicou mais ainda quando fui anunciado e ouvi uma voz vinda da sala autorizando minha entrada. Aí já era! As minhas pernas não queriam colaborar. Mas enfim entrei na sala.
Lembrei-me do livro e ainda meio tremulo, cumprimentei a pessoa e fui logo dizendo: "me desculpe, mas estou muito nervoso de falar com alguém tão importante como você...". Ele, muito que surpreso, abriu um sorriso levantou-se e estendeu-me a mão.
Ai aconteceu a magia. Foi ele quem direcionou a conversa a partir desse momento e com muita atenção a suas perguntas, fui me soltando e me sentindo mais seguro ao respondê-las. Não vendi meu produto naquele dia, mas aprendi duas lições importantes e que realmente funcionaram.
As pessoas sentem-se bem, quando não tentamos ser algo que não transparece mesmo. E também se sentem gratificadas pela importância que damos a ela.
Usei essa sinceridade em outras oportunidades e me sai muito bem em todas elas. Mais seguro e confiante.
Se estiver diante de uma situação assim que te fragilize por medo, confesse-o e se sentirá muito mais seguro.
Funciona mesmo.

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Somos Ainda o país do Futebol?


Já houve época em que se falava o futebolês por aqui, agora as coisas aos poucos estão mudando.
Nos Jogos Pan americanos deste ano, ficou bem claro a nossa decadência no domínio no futebol.
Comecemos pelo masculino após os fiascos nas últimas duas copas do mundo e Copa América, chegamos ao como sempre Pan de 2011, como favoritos, mas novamente com uma organização e preparação ruim caímos vergonhosamente.
Bem, pra variar, nos sobrou para as meninas honrar o titulo de país do futebol.
Como começamos, terminamos. Sem mostrar o futebol crescente que vinham jogando nas competições anteriores, ficou claro a dependência que temos da craque Marta.
Mesmo a emissora de TV oficial tentando valorizar as meninas, a verdade é que jogaram muito abaixo de seu padrão e também perderam o ouro.
Precisamos refletir urgentemente em 2012 sobre nossa identidade esportiva atual.
Somos ainda o país do futebol? Pela popularidade perpetuada, sim. Pelos resultados, não.
Vejam só a classificação do Brasil no ranking da FIFA, ficou em 7º no ano passado.
Na verdade nosso filão é outro, ainda recusado popularmente, mas com resultados de encher o peito e cantar em alto som nosso hino a cada vez que entram em uma competição.
É claro que falo do Vôlei.
Desde os tempos da já, há muito ultrapassada geração prata, o vôlei nacional vem mostrando uma regularidade impressionante e quando entra em uma competição já sabemos, lá vem execução do hino brasileiro.
No mesmo Pan foram 100% de aproveitamento, em todas as competições fomos ouro.
E com o eficiente Rubinho, auxiliar de Bernadinho, e com uma seleção novamente renovada, não teve nada pra ninguém e diante da eficiência desses meninos de ouro, daria a eles também a medalha de prata, não teve segundo lugar, tamanha a diferença de qualidade que os brasileiros demonstraram.
As meninas deixaram bem claro sua evolução,  a cada competição elas crescem.
As cubanas devem estar até agora tentando entender o que aconteceu… Fantástica a garra dessas meninas.
Praia? Ouro homens, ouro mulheres.
Tá na hora de questionarmos sim, se esse país ainda é o do futebol.
Bem, eu já mudei e não perco um jogo desse esporte que só trás alegrias, quanto á seleção brasileira de futebol… Torcer pra não perder da Costa Rica é atolar os pés na lama do poço e achar pouco, nunca precisamos do pessoal que joga fora do país pra ganhar, seja da Costa Rica ou do Gabão, agora sem eles nem vale a pena assistir aos jogos.
Precisamos em 2012, de uma revisão geral desde os cartolas até os jogadores.
Quanto ao vôlei… É ponto do Brasil!!!!!

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Compras pela net.


Cuidado!!!
No início do ano sempre tem muitas promoções, queima de estoques e coisas assim e como acontece com todo mundo, pelo menos com aqueles que não toma cuidado ou que vai se acostumando com as compras e assim relaxa um pouco.
A internet nos trás muitas facilidades, é verdade, mas pra quem se empolga demais pode trazer muitos mais transtornos que facilidades.
A cada dia, os fraudulentos da internet estão se especializando, criando novos jeitos de pegar os desprevenidos. Ora por e-mail solicitando novos cadastros por um motivo qualquer, ou nas redes sociais se passando por um amigo, que nós mesmos fornecemos todas as referências para eles agirem.
A mais comum é o famoso e-mail de seu banco, informando recadastramento de sua conta interbank, mas não param por ai.
Quando você entra na página que o link te conduz, vê uma página idêntica a do seu banco e abre direto ao cadastramento, se você fez, pronto já era.
Algumas sugestões:
- Desconfie sempre e não é só em caso de banco, qualquer página que te pedir dados.
- Pare com o mouse em cima dos links e veja na parte baixa de seu monitor, qual é o endereço real.
- Teste outros link, se não mostrarem nada, saia é frio.
- Nunca passe dados pessoais os bancos em especial, nunca os pede pela net.
- Se tiver algum telefone na página, cuidado, também pode ser furado.
- Nas compras em lojas virtuais, procure colher todo tipo de informações possíveis, sei, que provavelmente estará ansioso para a compra, mas pare e pense se for fraudulento o site, adeus din din.
- Se decidiu a compra, verifique as referências do produto e de compradores, questione seu vendedor pelo serviço que sempre dispõe a você.
- Não se ilude por condições muito fantásticas, confira, compare, fale com amigos e veja se alguém conhece a página, use as páginas de consulta.
- Leia na página da loja as condições de compra.
Enfim, se quiser aproveitar bem esse veículo é só tomar alguns cuidados e verificar algumas condições se assegurando que a transação é legítima.
Mas pode ficar preocupo, sim,  principalmente com a aproximação das festas de  fim de ano. Na internet, todo cuidado numa compra ou cadastro é pouco e pode te livrar de grandes dores de cabeça.

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Do Fracasso ao Sucesso na Arte de Vender

Capa do exemplar da 26ª edição


Do fracasso ao sucesso na arte de vender


Um grande livro, não só pra quem trabalha com vendas, mas principalmente pra quem não está conformado com os caminhos que sua vida tomou. 
Nós podemos alterar o nosso destino a qualquer momento, desde que estejamos decidido a fazê-lo. 
O livro narra toda o início da carreira desde brilhante vendedor, que após estar por diversas vezes desanimado a ponto de desistir, conseguiu dar a volta por cima e se tornar um grande expoente na arte de vender. 
Frank Bettger mostra que a partir do momento que você se comprometa a ser um entusiasta e a deixar sua vida ser tocada pelo entusiasmo ela se transforma e você consegue retornos imediatos.
O mais importante, é que seus princípios simples se aplicam as todas as situações que enfrentamos profissional ou pessoal.


Opinião:


Um livro escrito em 1949 e que é tão atual como se tivesse sido escrito hoje, um livro de cabeceira, onde Frank mostra a importância do entusiasmo em nossas vidas,. Imperdível.