segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Boa segunda!

Segunda-feira dia de falar de coisas lindas e também de sorrir, afinal é mais uma semana que começa, então comecemos alegres e falando de coisa boa.
Existem muitas pessoas lindas pelo mundo e sei que você não deixaria escapar se tivesse uma oportunidade. Com tanta gente linda pelo mundo, você ficaria com alguma dessas?

Andaria colado com essa belezura pela ruas de seu bairro...


Talvez, ficar aos beijos com essa, na praça de sua cidade... Ou mesmo com essa, menos mal, sei que com essa você arriscaria... 

              


Até porque, sem as devidas maquiagens  para tornar essas mulheres horríveis demais, 
são tremendas gatas....


        



domingo, 28 de outubro de 2012

Andarilho XV - Reencontros


Eu estava tonto, com a cabeça pesada e confusa.

Primeiro, o susto com Jorge. Depois, o reencontro com Marlene e seu irmão — os verdadeiros donos de Dingo, ou melhor, Tobi. Um cão que encontrei tão longe dali e que, contra toda lógica, reapareceu exatamente no meu caminho. E agora, como se não bastasse, Carlos surgia diante de mim. O mesmo homem que me dera carona no início da jornada e me confiara a história que mudara sua vida.

Seriam apenas coincidências… ou eu estava começando a enlouquecer?

Não consegui me conter. Fui em sua direção e o chamei pelo nome. Com os olhos fundos e o semblante abatido, ele demorou alguns segundos para me reconhecer. Então, sorriu. Estendi-lhe a mão e o cumprimentei, perguntando de imediato o que fazia ali.

A resposta veio como mais um golpe inesperado.
O Dr. Gustavo havia sido o homem que o ajudara naquele momento decisivo de sua história. O homem do prédio da Luz Azul.

Trocamos poucas palavras. Ele parecia emocionado demais para longas conversas. Em seguida, entrou com a família no velório.

Voltei lentamente ao lugar onde estava, ainda tentando organizar tudo aquilo. Dingo não se movera. Permanecia sentado, no mesmo ponto, como se aguardasse algo.

Tentei alinhar os fatos. Pegara carona com Carlos até Cruzeiro, ainda em São Paulo. Encontrara Dingo Pança na divisa entre São Paulo e Rio de Janeiro. Muito depois, já longe de tudo, surgira Jorge, o vendedor de redes, que me conduzira por um caminho improvável. Esse caminho me levara até Marlene e seu irmão — os donos de Dingo.

E agora, novamente, Carlos.

O que mais ainda estava por vir?

Sentei-me ao lado de Dingo, acariciando-o, sem tirar os olhos da entrada do velório, como se algo mais ainda precisasse se revelar.

Marlene saiu mais uma vez. Olhou em nossa direção, sorriu e começou a caminhar até nós. Fiz menção de me levantar, mas ela sinalizou para que eu permanecesse ali. Aproximou-se e sentou-se ao meu lado.

— Você não gosta disso, não é? — disse ela. — Eu também não.

Antes que eu respondesse, pousou a mão sobre a cabeça de Dingo, tocando de leve a minha. Afastei a mão, quase instintivamente. Ela sorriu.

Estava abatida, mas ainda conseguia sustentar um sorriso tímido nos lábios.

Contei-lhe sobre Carlos. Ela se surpreendeu com a ligação entre nossas histórias. Não o conhecia, mas ficou admirada ao saber da afinidade dele com seu avô. Então lhe contei a história da Luz Azul.

Enquanto acariciava Dingo, emocionou-se ao saber que o avô havia ajudado aquele homem e que o reconhecimento desse gesto trouxera alguém de tão longe para se despedir dele.

Perguntou-me sobre meu futuro. Para onde eu iria. O que eu buscava.

Não soube responder. Percebi o desapontamento quando ela baixou a cabeça. Em seguida, ficou séria e me encarou.

— O que é isso na coleira do Tobi?

Olhei com atenção. Havia algo preso na parte interna da coleira. Soltei-a do pescoço de Dingo e encontrei um pequeno papel fixado com um grampo.

Jorge.

As palavras dele vieram imediatamente à memória. Lembrei-me de quando colocou a coleira em Dingo e disse que, após uma semana, eu deveria retirá-la para lavar. Ele havia premeditado tudo.

Abri o papel e li:

“Desculpe, amigo, mas ainda preciso de você.
Está tudo descrito naquela caixa do correio. Basta se identificar e te darão a chave.
Por favor, me ajude.”

Levantei os olhos e encarei Marlene.

— Preciso partir… agora.







sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Energia solar.


Num país abençoado por Deus e bonito por natureza, natureza  essa que nos proporciona um clima maravilhoso e sol quase todos os dias,  pergunto:
Porque pagamos tão caro a energia elétrica?
Porque não utilizamos a energia solar?
Sai em pesquisa sobre o assunto e notei que existem muitas maneiras de captar e utilizar a luz solar, economizando assim uns bons reais do nosso orçamento. 
Pelas condições climáticas que vivemos no Brasil, pelo menos uma a cada dez moradias deveria ter um captador de energia solar, assim economizando muito com esse gasto.
Então porque não temos?
Porque o governo não subsidia a implantação de painéis coletores para a população?
Todos sabem que uma das principais características da sociedade em geral,  é o aumento cada vez maior da demanda por abastecimento energético. Sabemos também que esta é a condição essencial para o funcionamento da nossa crescente existência industrial, que cada vez mais utilizamos a energia em nossos meios de transporte, agricultura e na vida urbana.
Falam tanto em economia de energia, mas não vejo um passo "efetivo" na direção de tornarmos esse uso mais eficaz. Não seria um grande passo nessa direção um plano de desenvolvimento de captação domiciliar da energia solar.
O que mais li foi, que é muito caro. Mas cara quanto? Não há projetos menos custosos que poderiam ser financiados popularmente?
Não sei algo me parece, assim... Obscuro nesse assunto.
Então cheguei a um texto muito interessante, cujo título é "

Isso mesmo um simples garoto desbancou muita gente grande. 
É um texto muito interessante que recomendo e como estamos no “Ano Internacional da Energia Sustentável para todos", proclamado pela ONU e para nós também um ano político, é uma boa ideia que pode ser melhor explorada e de possível realização.
E por falar nisso...
Pra variar acabou a energia aqui de casa e também a da bateria do meu notebo...

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Antes de partir

Antes de Partir

Titulo original: The bucked list

Diretor: Rob Reiner

Gênero: Comédia

Lançamento: 2008

Elenco: Jack Nicholson, Morgam Freeman, Sean Hayes




Sinopse: 
Carter Chambers (Morgan Freeman) é um homem casado, que há 46 anos trabalha como mecânico. Submetido a um tratamento experimental para combater o câncer, ele se sente mal no trabalho e com isso é internado em um hospital. Logo passa a ter como companheiro de quarto Edward Cole (Jack Nicholson), um rico empresário que é dono do próprio hospital. Edward deseja ter um quarto só para si mas, como sempre pregou que em seus hospitais todo quarto precisa ter dois leitos para que seja viável financeiramente, não pode ter seu desejo atendido pois isto afetaria a imagem de seus negócios. Edward também está com câncer e, após ser operado, descobre que tem poucos meses de vida. O mesmo acontece com Carter, que decide escrever a "lista da bota", algo que seu professor de filosofia na faculdade passou como trabalho muitas décadas atrás. A lista consiste em desejos que Carter deseja realizar antes de morrer. Ao tomar conhecimento dela Edward propõe que eles a realizem, o que faz com que ambos viagem pelo mundo para aproveitar seus últimos meses de vida.

Opinião: Um filme incrível, muito interessante.