sexta-feira, 5 de setembro de 2014

quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Excel - Soma, Média e Contar valores - Exercício 01

Vou postar uma série de exercícios apresentados por um colega da empresa e sei que poderá ajudá-los bastante. Serão alguns exercícios simples e fáceis de aprender.
No primeiro apresentarei como usar as fórmulas de SOMA, MÉDIA e CONT.VALORES. Ele consiste em colocar a soma total da produção, colocar a média da produção e contar quantos meses tivemos produção.



Vamos primeiro a Soma. Para saber o tatal da produção você tem trêss opções:

1 - Selecionar as células com os valores e na aba Edição clicar em AutoSoma.
2 - Clicar em Inserir Função (fx) e selecionar a função SOMA. Em Núm1, selecione as células com os valores da produção e clique em OK.
3 - Digitar a formula =SOMA(entre esses parentêses digitar aprimeira célula com o valor da produção, colocar : e digitar a última célula com os valores da produção), depois dar enter.


Para saber a média:

1 - Clicar em Inserir Função (fx) e selecionar a função MÉDIA. Em Núm1, selecione as células com os valores da produção e clique em OK.
2 - Digitar a formula =MÉDIA(entre esses parentêses digitar aprimeira célula com o valor da produção, colocar : e digitar a última célula com os valores da produção), depois dar enter.

Para contar os meses:

1 - Clicar em Inserir Função (fx) e selecionar a função CONT.VALORES. Se não estiver aparecendo, clique na caixa Selecione uma função e escolha Tudo. Em Núm1, selecione as células com os valores da produção e clique em OK.
2 - Digitar a formula =CONT.VALORES(entre esses parentêses digitar aprimeira célula com o valor da produção, colocar : e digitar a última célula com os valores da produção), depois dar enter.

Se tiver alguma dificultadade de entender algo, entre em contato e me ajude a deixá-los mais simples ainda.
 


quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Diário do Twoo

Sempre levando uma vida de cachorro... É o que resta pra ele.
Não interprete mal minhas palavras iniciais, nem sempre as palavras dizem o que realmente quer dizer.
Além desse meu filhote canino, ficar latindo a madrugada toda sem cessar, bater o forte rabinho na porta, como se fosse um grosso chicote ou se dependurar na janela para saber se já estou acordado, isso porque desde seu primeiro latido na madruga, despertei e não consegui mais dormir. Pra chamar minha atenção ele ainda arrasta pelo quintal o que acha pelo caminho.
Depois dessa bagunça toda, ele conseguiu. Só me resta levantar. Coitadinho desse pequenino
Começamos então uma batalha sem fim até o café da manhã. Ele não me deixa vestir as meias, calçar os sapatos e se bobeio tenho que sair pulando num pé só, para resgatar algo que conseguiu pegar. Enquanto vou me lavar, ele toma seu café. As vezes acho um pouco de exagero a mãe dele dar torrada com geleia e queijo, mas ele é só um bebê.
Chegou minha vez de tomar meu delicioso café. Enquanto uma mão pega o delicioso pão com queijo a outra afasta Twoo com um banquinho plástico. Muitas vezes isso não resolve e tenho que apelar por esticar a perna bloqueando sua passagem. Mas fazer oque? É só um filhotinho.
Pra sair de casa e ir ao trabalho é outro desafio. Quando ele não pula nas minhas costas derrubando-me no chão ou me prensando no portão, morde minha mochila puxando-me para trás. Ele sabe que vou sair e luta pra eu ficar.
Quando consigo sair e fechar o portão, algumas vezes nos dias de chuva, sou obrigado a voltar e trocar de roupa. Quando fecho o cadeado, ele bate as patas enlameadas no portão jogando barro em minha camisa. Que lindinho esse meu filhote...
No início, quando a Jackie não estava por aqui, ele passava o dia deitado no portão a minha espera. Muitas vezes quando chegava, lá estava ele na mesma posição e quando eu ia verificar sua comida, estava intacta. Twoo só comia quando eu chegava. Não é um amor?
Enquanto entro no quintal afastando-o para longe e evitando que suje minhas roupas, sei que terei que me preparar para a penúltima batalha do dia. Limpar o quintal.
Basta pegar a vassoura que ele fica doido, corre de um lado para outro, late sem parar e lá vem ele sobre mim. Às vezes consegue pegar a pazinha e é um sufoco para retomá-la. Primeiro que o bichinho corre muito e segundo que quando pego, pra soltar de sua boca é uma luta sem fim. Ele é muito forte, muito mesmo. Eita animalzinho esperto, só quer um pouco de atenção.
No fim da noite lá estamos assistindo TV, cansados, exaustos de tanta correria. Eu deitado no sofá e Twoo encosta sua cabecinha nos meus pés. Lindo de mais esse meu cocholo... Twoo... Twoo..
TWOO SEU ANIMAL! DEVOLVA-ME O MEU CHINELO.
Estava tudo muito em paz, devia ter desconfiado do carinho nos meus pés..
NÃO COME, NÃO COME
Lá vamos novamente.
VENHA CÁ!

terça-feira, 2 de setembro de 2014

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Outra seletiva


Vai que...

Cá estou eu novamente tentando crescer profissionalmente, outra seletiva, desta vez para crescimento profissional, dentro da mesma empresa que atuo.

Tudo começa como sempre, quatro conduções de Caçapava a Jacareí, e lá se vão 3:40 entre sobe, desce, espera, sobe de novo e assim vai...

Cheguei na hora marcada e de bem com a vida. Pronto pra encarar o que viesse. Na noite anterior fiquei até às onze da noite preparando o material que levaria para me apresentar, consistia de um origami, uma quadro de evolução da formação econômica e o meu maior desafio vivenciado: Criar e educar meus filhotinhos.

No ensaio final, tendo a querida Jackie como plateia, tudo correu como esperado. Uma correção aqui, um ajuste ali e pronto. Depois de tudo bem alinhado, fui dormir.

Quatro da manhã, lá estava eu pronto pra sair de casa e começar a maratona. Abri a porta e comecei com o pé direito... Enroscando na caminha do Twoo, meu cachorro que dormia ali sossegado, e lá fui eu para o chão e de quebra, derrubando o vaso de lírios da Jackie e fazendo o cachorrinho sair em disparada de medo.

Entre palavras não permitas escrever aqui, sai me limpando e ajeitando minha mochila, enquanto Jackie dizia que estava tudo certo e para eu ir em paz. Então fui. O dia estava ainda muito escuro e muito calmo. O primeiro ônibus logo chegou e parti para a rodoviária. O segundo saiu logo em seguida a minha chegada e antes mesmo das seis e meia, já estava a caminho de São José dos Campos à Jacareí, no terceiro ônibus. Apesar do início desastroso do dia, tudo deu certo e faltando 15 minutos para a seletiva iniciar, lá estava eu ainda tranquilo aguardando a turma chegar.

Até que chegasse o início das apresentações tudo estava sobre controle, as pernas não tremiam as mãos não suavam e o estomago estava quietinho. Então começou as apresentações.

Os concorrentes levaram de tudo que se possa imaginar para se apresentarem. Teve de bola de rúgbi, a guitarra em miniatura, cartolinas mil, tudo muito bonito e bem elaborado. Vai um, outro, mais um e chegou minha vez. Tudo estava na ponta da língua e meu material ao lado. Material?

De tudo que preparei apenas o que consegui manusear naquele momento, foi o pergaminho preparado com as fotos dos meus filhotes. Sei lá de onde veio um nervosismo e tremedeira que achei melhor não arriscar.

Tudo muito bom, a apresentação, a dinâmica, que desta vez não teve nada de estranho e ficou bem claro o que buscavam, e a redação. Sei que poderia ter sido muito melhor, tinha potencial para isso, porém, ainda assim, consegui me classificar para a segunda etapa.

Esta segunda e última parte seria a entrevista direta com a bancada de avaliadores. Normal, me senti muito a vontade e acredito ter indo bem, de acordo com o que eu poderia fazer, mas novamente não dei meu 100%. Agora é só esperar o resultado e acreditar.

O aprendizado e a experiência foram ótimos. Não sei dizer exatamente o que, mas algo aconteceu comigo depois disso tudo. Estou me sentindo muito leve e energizado. Talvez seja por saber que não dei tudo que podia e ainda assim sai da entrevista muito bem, não diria que era confiança, foi algo maior e sei que a qualquer momento vou descobrir.

Voltei pra casa e lá estava Twoo no portão, todo feliz, como eu.

A luta continua.