quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Separados no nascimento?

Cara de um, focinho do outro... Com tantas histórias de troca em maternidades, vai que com eles aconteceu... Sabe-se lá... Mais separados no nascimento.

É como uma amiga diz dos gêmeos "É mesmo que vê"

Fernanda de Freitas (Ops! Olha mais um Freitas ai..) e Débora Secco


Felipão Scollari e Gene Hackman (Ah! Esses são mesmo!)


terça-feira, 21 de agosto de 2012

Que dia...


Quem me conhece bem sabe: não sou de palavrões. Nem de falar, nem de ouvir. Meus filhos que o digam. Sei que, às vezes, a vida apronta tanto que até escapa um ou outro — mas, no meu caso, é raríssimo. Quase um evento astronômico. Só que... acontece.

Semana passada foi uma dessas. Correria insana, reuniões em cascata, prazos vencendo mais rápido que minha paciência. Tentava organizar as tarefas, respirar fundo, manter a compostura. Mas estava difícil. Um caos atrás do outro, e ainda por cima, o chefe me pedindo mil coisas ao mesmo tempo.

Nessas horas, o único lugar sagrado que sobra é o banheiro. Meu refúgio. Um lugar onde ninguém te interrompe, e se baterem na porta, paciência — vão ter que esperar. Estava lá, finalmente em paz, quando acontece aquele clássico de filme: o cano da pia se solta. Água pra todo lado. Surreal. Por sorte, a pressão era quase nula e a equipe da limpeza tinha deixado um pano por ali. Estanquei o desastre e ajeitei o cano com jeitinho.

Problema resolvido? Quase. Reparei na calça: molhada. Mas que beleza. Voltei pro trabalho discretamente, sentei rápido e fiquei enrolando pra ir almoçar, esperando secar o estrago. E não é que deu certo?

Já perto do fim do horário, fui pro restaurante da empresa. Ambiente tranquilo, pouca gente. Melhor assim. Só que, como o dia já vinha do jeito que vinha...

Fui pegar feijão. A concha escapou da minha mão e afundou inteira na cuba. Ninguém viu, graças a Deus. Saí sem feijão. Intuição gritando — aquele sinal do “Homem-Aranha” que te avisa quando vai dar ruim. Mas ignorei.

Fui lá, peguei o vidro de pimenta. Nem costumo usar, mas, naquele dia... Quando fui pingar umas gotinhas, a tampa soltou. A pimenta veio inteira. No prato. Aí não teve jeito: escapou o palavrão.

— P* que p*... Mas que m...

Ouvi uma voz ao fundo, quase rindo:

— Tudo bem, Freitas...

Fiz um gesto com a mão e segui o plano: fingir naturalidade. Fechei o vidro, limpei como pude, mas o estrago já estava feito. Um colega me chamou pra sentar com ele. Fui. E o que faria uma pessoa normal? Jogaria o prato fora.

Pois é... eu não sou essa pessoa.

Comi tudo. Com a maior discrição. Garfada, suco. Garfada, suco. Ritmo frenético. Foram sete copos entre suco e água. Os colegas notaram minha sede, mas nem imaginaram o motivo.

Agora, com esse texto, vão saber.

Conselho do dia: “Se estiver num daqueles dias, evite pimenta. Principalmente em quantidade industrial.”

E aquela intuição que gritou? Pois é... Ela sempre sabe.

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Meu nome é Radio


Meu nome é Radio

Titulo original: Radio

Diretor: Michael Tollin

Gênero: Drama

Lançamento: 2002

Elenco: Cuba Gooding Jr, Ed Harris, Debra Winger



Sinopse: Anderson, Carolina do Sul, 1976, na escola secundária T. L. Hanna. Harold Jones (Ed Harris) é o treinador local de futebol americano, que fica tão envolvido em preparar o time que raramente passa algum tempo com sua filha, Mary Helen (Sarah Drew), ou sua esposa, Linda (Debra Winger). Jones conhece um jovem "lento", James Robert Kennedy (Cuba Gooding Jr.), mas Jones nem ninguém sabia o nome dele, pois ele não falava e só perambulava em volta do campo de treinamento. Jones se preocupa com o jovem quando alguns dos jogadores da equipe fazem uma "brincadeira" de péssimo gosto, que deixou James apavorado. Tentando compensar o que tinham feito com o jovem, Jones o coloca sob sua proteção, além de lhe dar uma ocupação. Como ainda não sabia o nome dele e pelo fato dele gostar de rádios, passou a se chamá-lo de Radio. Mas ninguém sabia que, pelo menos em parte, a razão da preocupação de Jones é que tentava não repetir uma omissão que cometera, quando era um garoto.


Opinião: Um dos filmes mais incríveis que assisti, assim, num ranking seria uns dos dez mais. A interpretação de Cuba é simplesmente impressionante, realista demais, um conselho  assista.

# 69 - Alfred Musset



Pensamento Vivo - 69


"As coisas mais desagradáveis que os nossos piores inimigos nos dizem pela frente, não se comparam com as que os nossos amigos dizem de nós pelas 
costas. " 


Alfred Musset