sexta-feira, 14 de dezembro de 2012
quinta-feira, 13 de dezembro de 2012
E se os Maias estiverem certos?
E se realmente os Maias estiverem certos, em relação ao fim do mundo?
Nunca parei pra pensar muito nisso, mas de repente me veio a cabeça, cenas de alguns filmes como: Armagedon, O dia seguinte, 2012, Presságio. Um após o outro, como num trailler... Será?
Comecei então a refletir sobre o que eu faria.
Depois de muito pensar e imaginar as maiores sandices, resolvi perguntar a alguns colegas como agiriam diante de tal situação e foi surgindo de tudo...
Um colega disse que faria um filho, pois sempre quis e ainda não tem... E?... Não, não é uma boa ideia e nem daria tempo pra saber se deu certo, pouco tempo pra confirmar.
Outro numa vigem sem fim, disse que faria amor com a belíssima atriz Nathalia Dill. Muita vontade e pouca probabilidade... Não vai rolar.
Já uma colega mais sensível queria viajar ao nordeste pra ficar com sua mãe, já bem velhinha. Muito emocionante e acho que devemos estar pertos dos nossos mesmo, mas com o preço absurdo das passagens aéreas e a concorrência pra fazer o mesmo, não acredito que ela conseguiria.
Alguém contra pergunta. Mas como seria o fim do mundo?
Existe uma infinidade de possibilidades e opções. A implosão dos gigantescos vulcões subterrâneos, o choque de algo enorme que venha do espaço, o hiperaquecimento global, o movimento das placas tectônicas causando uma sequencia sem fim de tsunamis, a explosão do núcleo da terra e por ai vai. É muito difícil sabermos. A lista de possibilidades da exterminação humana é extensa e variada.
Olhe só as loucuras...
"Se acabar em água, visto uma roupa de mergulho e morrerei fazendo pesca submarina. Se for com fogo, aproveito pra morrer comendo churrasco. Esse era gaúcho. Se o planeta explodir, quero ser lançado a Vênus. Terei gelo demais. É só levar uns limões e uma cachaça e estarei bem. Se for em Tsunami, agarro minha prancha. Posso morrer mas terei pego a maior de todas as ondas."
Depois eu é que tenho sandices...
Mas seria um desperdício acabar com os brasileiros. Eles são bem isso aí... Até na desgraça, acham um jeito de se divertir e tirar um humor. Mas, depois dessas respostas, desisti de perguntar aos colegas. São inspirados e criativos demais.
Mas, e se os Maias estiverem certos? O que eu faria?
Meu filhote deu-me a dica. "Eu não faria nada... Já que vai acabar, quero ir de boa... Sem canseira, loucura ou stress."
Bem, como dizia meu filhote caçula... "Se tende, tende".
Subirei no alto de um prédio com meu velho amplificador Marshal, com o alto falante furado, o volume no máximo, e cantaria "All you need is love", como os Beatles. Lógico que estaria com a jaqueta jeans com o logo dos Rolling Stones nas costas, mostrando a língua para o mundo. No peito, exibiria a águia do Queen, enquanto canto "Suspicious Minds" de Elvis.
Nos vocais, meus quatro filhotes fazendo coro em "Missing You" e em "Jani's got a gun".
Já imagino a grande paz que estaríamos...
Sabe de uma coisa, independente dos Maias estarem certos ou não, vou sair, comprar novas cordas pro meu violão e relembrar minhas músicas prediletas.
quarta-feira, 12 de dezembro de 2012
O menino da bolha de plástico
O menino da bolha de plástico
Titulo original: The boy in the plastic bubble
Diretor: Randal Kleiser
Gênero: Drama
Lançamento: 1976
Elenco: John Travolta, Glynnis O'Connors
Sinopse:
A adolescência já não é fácil para um jovem comum, imagine para Tod Lubitch que nasceu com uma deficiência rara no sistema imunológico e foi "condenado" a passar o resto de sua vida dentro de uma bolha de plástico onde poderia ter um sistema esterelizado e viveria a salvo de bactérias e vírus que para pessoas normais não representam risco, mas para ele, poderia levá-lo à morte.Assista este filme emocionante que marcou época, baseado em uma história real e que traz a intepretação brilhante do então novato John Travolta e um elenco de apoio que inclui a gahadora do Emmy (O Oscar da TV americana) por este filme, Diana Hyland!
Opinião:
Mais um clássico, outro que marcou minha adolescência e me apresentou o cara que seris o cara nos anos 80, John Travolta. Esse é daqueles filmes que apesar de ser um drama, nos faz refletir sobre quando nossa coragem deve aflorar. Um filme dirigido com sensibilidade e emoção por Randal Kleiser. Vale muito a pena é imperdível.
# 119 - John Wooden
Pensamento Vivo - 119
"Preocupe-se mais com seu caráter do que com sua reputação, porque seu caráter é o que você realmente é, enquanto a reputação é apenas o que os outros pensam que você é."
John Wooden
"Preocupe-se mais com seu caráter do que com sua reputação, porque seu caráter é o que você realmente é, enquanto a reputação é apenas o que os outros pensam que você é."
John Wooden
segunda-feira, 10 de dezembro de 2012
Não desejo mal a quase ninguém

Eu também posso não gostar e pronto! Tô de mal.
Quando se é criança é muito mais fácil, basta dizer que está de mal e já "elvis".
Comigo acontecia sempre isso, com meus amigos, com meus irmãos, na escola e em tudo que eu participava. Afinal sempre tem um chato pra discordar ou não aceitar o que você tem absoluta certeza, só pra te contrariar ou ainda alguém que te aborreça, amole ou provoque.
Antigamente era muito melhor, bastava cruzar os dedos, beijá-lo e dizer "tô de mal", nem importava se era mal com "u" ou com "ele". Só o que importava, era deixar bem claro ao desafeto, que nunca mais queria vê-lo na minha frente. Tudo bem que esse nunca mais, durava a eternidade de um ou dois dias ou um pouco mais que algumas horas.
Era muito simples, tudo sumia e esquecia-se tudo assim, do nada. Mas quando a coisa era muito séria, era necessário cruzar o dedo mínimo com o desafeto e ficar enfim "de paz".
Às vezes durava um pouco mais, coisa de semana, principalmente com irmão mais velho, no meu caso, mais véio mesmo. Eles sempre acham que podem tudo, basta a mãe e o pai saírem e ninguém mais se lembra do ato da princesa Isabel. Está abolida a abolição, eles sempre pensam que somos seus escravos.
Hoje tudo mudou. Se algo parecido acontece, não adianta mais cruzar dedos e beijá-los. Não tem efeito.
Em algum momento foi desativado essa magia, ninguém entende quando.
Se pisarem na bola com você ou vice-versa, o "tô de mal", se transforma em "você me paga", o esquecer, não mais existe.
Mesmo aquela sinceridade explícita demonstrada imediatamente, que não havíamos gostada de algo, foi-se. Agora o que predomina, é o fuzilamento de olhar, a cada piscar é uma rajada ou o boicote nas ações com o planejamento da desforra. Sem contar com o beijo cínico... Puro veneno.
Nós crescemos, evoluímos e vamos ano a ano tornando-nos mais vividos, experientes e quando percebemos... O que fizemos foi regredir.
Nas rodas do café, na mesa do almoço, na beira do muro, o tempo todo é isso... Aquela é uma Naja... Aquele é um Casca(vel), só falta o guiso. A coisa é tão envolvente que nós mesmos que criticamos tanto, nos vemos fazendo a mesma coisa, agindo igual.
A essa altura, depois de alguns anos, trocamos esse "tô de mal" pelo "ignorar", mas não percebemos que somos nós mesmos que começamos a ignorar tudo. Ignorar que somos maduros e que poderíamos relevar alguns comportamentos fora do que chamamos "padrão". Chegamos até a ignorar a nossa própria vida e passamos a cuidar da vida dos outros.
Não podemos mudar tudo e acho que nem devemos tentar faze-lo. As coisas são como são.
Eu particularmente sigo a frase da música de Lulu Santos, "Não desejamos mal a quase ninguém...".
Afinal, ninguém é de ferro.
Assinar:
Postagens (Atom)

