quinta-feira, 21 de junho de 2012

A estrela do meu desejo


Por mais que a gente cresça,
Há sempre coisas que não podemos entender.
Como o amor e a saudade,
Todo o mal e a bondade;
Quando conseguiremos compreender?
Nossos caminhos finalmente se cruzaram!
Mas o que isso quer dizer,
Além de que sua lembrança estará dentro de mim?
Por meus caminhos escorreram águas sem chover.
E não quero chorar de novo, se tiver que te esquecer.
Isso tudo pode ser o início de um começo sem fim;
Porém, de que vale todo esse conhecimento, se o amor não é razão, mas puro sentimento.
Então vou seguir meu instinto, pra deixar que nada mais faça sentido...
Cada desejo tem uma estrela certa para pedir, não encontrei a minha ainda, nem vou desistir.
Toda lágrima te uma lição pra se guardar: Diga adeus, não olhe pra trás, não sinta dor.
Não estou mudando as regras,
Apenas não quero me apaixonar.
Só que não posso evitar, se continuar ate olhar.
Dentro de você, está esse amor.
Em suas mãos, no seu olhar, no coração,
No teu sorriso, ou numa foto de recordação.
Fernando Padilha
Capão Bonito-SP
E você sente, você conhece e até entende.
E, no entanto, nunca vai conseguir explicar.

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Qual é a sua história?



As experiências vividas por cada um de nós se colocadas no papel daria um livro, tenho certeza que se você parar pra pensar em tudo que já viveu se surpreenderá com o enredo pronto pra um longa-metragem.
Na nossa infância, vivemos um farto campo pra alimentar nosso enredo com a pureza da inocência, a liberdade, brincadeiras e inconseqüências. Na adolescência com as paixões arrebatadoras, o idealismo a flor da pele e nossas buscas pelo novo. Depois de tudo isso vem o amadurecimento com as responsabilidades, todo o trajeto dessa vida está cheia de erros, acertos, experiências, encontros e também desencontros.
Tivemos momentos marcantes com aventuras diversas e a memória fotografou e registrou tudo. Talvez hoje pareça uma brincadeira, mas na época foi a maior aventura já vivida, praticamente um filme de Indiana Jones.
Quem não viveu um romance que marcou sua vida, desde a pessoa impossível ou até mesmo como dizia a música de Roberto Carlos, "A namoradinha do amigo meu", paixões épicas que se arrastaram por meses e até anos, que nos arrasou ou nos levou ao céu.
Mesmo Sidney Sheldon não escreveu um romance como esse, lindo, forte, quase eterno.
Nossas ficções, criadas durante a vida faria qualquer filme de Steven Spielberg inocente. Criamos ETs, naves espaciais, viajamos por mundos criados na perfeição por nossa mente. Tecnologia? Quem nunca pensou naquele botãozinho que quando apertamos mudava o que queríamos. Cheguei até apertar alguns desses.
Não podemos esquecer também de tudo o que envolve o terror e que nossos medos criaram numa perfeição tão incrível que olhávamos em volta ou atrás de nós mesmos pra ter certeza que não haveria ou há alguém.
Stephen King se impressionaria com um livro escrito por você ou eu.
Bem, eu sempre pensei que minha história poderia dar um bom filme, de Copoola ou um livro de Agatha Crhistie e quando comentei isso com os amigos, o retorno foi que eu estaria mais pra um Mazzaropi ou Jim Carrey.
Palhaçada deles.
Paremos por aqui. Vamos escrever mais um capítulo?



terça-feira, 19 de junho de 2012

Desenhos Proibidos

Desenhos proibidos
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Calma... Não vou falar daqueles desenhos "animes" japoneses eróticos, o tema de hoje são os convencionais mesmo.
Durante muitos anos entre ditaduras, guerras, fanatismo e outras coisas pra lá de ruins, foram produzidos diversos desenhos animados que retratavam todo esse cenário horrível, seja repudiando ou mesmo incentivando a pratica.
Mentalização
       A Disney foi uma das grandes produtoras, senão a maior, que por diversas gerações teve a tendência de influenciar através de seus desenhos e eram assistidos por milhões de espectadores na sua grande maioria crianças.
É claro que tudo isso levou a questionamentos e criações de todo tipo de especulações e do uso abusivo do poder que a produtora tinha pra atingir tão numeroso público.
Até hoje, é comum ouvir dizer que Walt Disney os criava com mensagens que eram entendidas na entre linhas, em relação a diversos temas, entre eles a sexo e satanismo.
Talvez tudo isso possa ser verdade, talvez não, mas alguns vídeos produzidos realmente tiveram o objetivo direto de propaganda anti-nazismo nos Estados Unidos, na época foram vetados pelo  Departamento de Defesa norte-americano e deixado de lado por muitos anos, até ser divulgado pelo mundo afora.
Ha também outro desenho com o Pato Donald, que trás o famoso pato de dicção horrível como um trabalhador da indústria nazista. Nem precisa dizer quando ele foi produzido, não é?
O país onde ocorre a história é cercado de suásticas, com a obrigação de todos venerarem Hitler, Mussolini. No final o Pato Donald acaba enlouquecendo com tamanha pressão. É lógico que um desenho assim, naquela época seria e foi banido.
Hoje esses desenhos são apenas documentos históricos que representam uma época de medo, talvez não adequado as crianças como fosse à proposta inicial, porém seguia um caminho claro, totalmente direcionado.

Se quiser dar uma olhada neles é só seguir os endereços abaixo.

Quanto aos desenhos japoneses citados no inicio, fica pra próxima...