sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Conhecendo Elvis

Conhecendo Elvis
Elvis Presley não foi o que chamamos de um homem normal. Ele é uma daquelas raras pessoas que tiveram suas vidas transformadas em lenda. Porém, o conhecimento público sobre a vida de Elvis está muito mais baseado no estereótipo que traçaram sobre sua pessoa do que no conhecimento verdadeiro de sua história.

O que todos acham que sabem sobre Elvis é isso: Elvis nasceu em uma cidade pequena, gravou um disco para sua mãe Gladys, foi descoberto por uma pequena gravadora e se tornou o rei do rock. Após um período de glórias, as drogas, o excesso de trabalho e os problemas pessoais acabaram culminando com sua morte melancólica, indigna de todo sucesso que ele alcançou.

Isso é o que os leigos acham que sabem sobre Elvis, porém na verdade essa é uma história distorcida da vida de um homem especial.

Vamos neste livro apresentar a vida e a carreira de Elvis a uma nova geração de jovens, que hoje carece de ídolos que tenham um forte impacto na sociedade, pois atualmente os cantores e bandas são descartáveis, surgindo e desaparecendo em um piscar de olhos sem deixar qualquer marca no mundo.

Conhecendo Elvis acenderá sua curiosidade e paixão pela lenda do Rei do Rock. (http://www.bookess.com/read/10995-conhecendo-elvis/)


 

Opinião:

Sou suspeito para opinar quando o assunto é o Rei, mas para quem queira conhecer um pouco desse ícone do rock, é um ótimo livro, de fácil leitura e muito acessível. Nota 10


quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Cara de um, Focinho do outro

É claro que qualquer um confundiria, verdadeiramente são Cara de um, Focinho do outro... Com tantas histórias de troca em maternidades, vai que com eles aconteceu... (è claro que temos que descontar o talento). Sabe-se lá... Mais separados no nascimento.

Coitada da Shakira...
 
 
 
Ah!... Esse trio sim, podem até não se parecerem, mas que são são...

 

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

terça-feira, 30 de setembro de 2014

Irmãos unidos... Quer dizer, mais ou menos.

A guerra estava instituída. Não tinha mais jeito, desta batalha só sairia um com vida.
Aquela semana prometia. Começaram trocando tapas na cabeça, bem distante dos olhos da mãe. É claro que ela os chamou atenção, mas também é certo que ninguém ouviu. Afastaram-se fitando um ao outro, com caras de pouco amigos.
No outro dia mais um desencontro, agora na frente do pai. Foi descuidar um pouco e lá estavam os dois trocando ameaças. O pai chegou junto, pensando estar no controle, mas que nada. Um prometia pegar o no fim de semana.
No terceiro e quarto dia não foi diferente, apesar dos pais chamarem a atenção, prometer uns beliscões ou ainda ameaçar de não deixá-los sair no sábado. Cegos e surdos às ameaças dos pais, os dois irmãos continuavam a prometer coisas feias e mais brigas para o fim de semana.
Na sexta-feira, já quase insuportável o clima de guerra entre os dois, a mãe os chamou e colocou um a frente do outro. Deu conselhos, pediu com carinho e por final, dando se por vencida, prometeu acertar as coisas quando o pai chegasse do trabalho. Deram sorte, justamente naquele dia o pai se atrasou e quando ele chegou os dois já estavam na cama.
O sábado amanheceu com um brilho diferente, seria um grande dia.
O primeiro menino acordou, esfregou os olhos e saiu para o banheiro. Como fez bastante barulho, terminou acordando o outro, que já resmungou.
- Palhaço. De você não passa.
Este segundo vendo que o irmão estava no banheiro, foi para a cozinha verificar que delicioso cheiro era aquele que invadia a casa toda.
Quando o primeiro saiu do banheiro e chegou na cozinha, a troca de olhar entre eles foi percebido pela mãe.
- Pelo amor de Deus, meninos. Logo cedo.
A porta que dava para o quintal se abriu e apareceu o pai, com aquele velho chapéu cinza na cabeça e o já conhecido colete azul. Os meninos se olharam e no mesmo momento gritaram:
- Pescaria!
Saíram correndo a abraçaram o pai e de mãos dadas foram em disparadas, dando gargalhadas para a garagem.
Da cozinha pai e mãe, tomavam café e escutavam os meninos preparando seus materiais de pesca.
- Como eles se dão bem, não é querida?
- Hum, hum...
Isso sempre funcionava para trazer a harmonia para aquela casa.

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Regras, ordens... Tô fora.

Regras e ordens, geralmente é uma chatice seguir, principalmente quando se é muito jovem e temos um mundo novo, inteirinha, para descobrir.
Qual moleque não pensou algumas vezes em fugir de casa? De largar tudo, pegar uma trouxa de roupa e deixar tudo para trás? Não fugi disso e chegara minha vez.
Não aguentava mais, eram ordens da mãe, do pai e ainda por cima do irmão mais velho. Nessa idade todo mundo manda em você e quando você vira para dar sequência a todas aquelas ordens, percebe que é o último da fila, que não há mais ninguém a quem repassar... Que saco viu.
Então naquela tarde de quinta-feira, estava tudo decidido, e iria embora dali. Principalmente depois que meu irmão mais velho disse que eu não poderia mais pegar seus discos para ouvir. Caramba! Eu não trabalhava e não tinha dinheiro para comprar os discos que gostava. Como ouviria música então? Ele não tinha lá um grande gosto musical, mas às vezes acertava e comprava algo legal. Essa foi a gota d'água.
Não aguentava mais ordens e regras. Não pode isso sem falar comigo! Faça aquilo outra vez! Não deve pegar essa coisa! Terminou o que tinha de fazer? Aonde pensa que vai? Vai tomar banho! Já lavou as mãos?
Vejam só quanta coisa eu me defrontava naqueles dias. Eu estava ficando doido, não queria aquilo pra mim. Chega de regras e ordens. Vou cuidar da minha vida. Só esperaria meu pai chegar do trabalho e diria a todos que eu estava indo embora.
Peguei uma mochila velha e estava colocando minhas meias nela, quando o meu irmão chegou e a tomou de mim.
- Tire as mãos da minha mochila.
Fui então até o armário, peguei uma sacola e voltei para meu quarto. Mal havia ajeitado meus gibis dentro da sacola e apareceu minha mãe. Menino, o que faz com a minha sacola de fazer feira? Tira essas revistinhas dai e me de essa sacola.
Mas eu era um garoto decidido e batendo o pé sai até o fundo do quintal, nada me impediria de sair daquela casa. Peguei uma das caixas de papelão que estava jogada em cima de um armário velho. Ele serviria para colocar as minhas coisas, que eram muito poucas por sinal. Mas mal me virei e lá estava meu pai com as mãos na cintura, olhando para mim.
- Vai largando minha caixa de ferramentas. Você sabe que é ai que as guardo depois de usá-las.
Era o fim do mundo!
Soltei aquela “maledita” caixa de papelão no chão e já ia saindo quando meu pai pegou-me pelo braço.
- Essa caixa não estava ali no chão. Estava?
Raios! Como pode alguém fugir assim com tantas regras e ordens?
Voltei pra sala e liguei a TV, teria que deixar pra outro dia.
- Quem mandou ligar a TV, seu cabeçudo? Eu quero ver o Rin Tin Tin e já vai começar.
Meu Deus!
Regras, ordens, ordens, regras...
Como é duro ser o filho mais novo.
Alguém me ajude, por favor!