quarta-feira, 29 de julho de 2020

Ganhei uma capa para meu livro, Billy!

Por essa eu não esperava.
Logo depois de lançar meu quarto livro, quando já começava a divulgação, recebi essa maravilhosa notícia. Fui presenteado com uma capa nova, para o meu livro Billy. A primeira, feita por mim, também me agradou, mas...
Essa surpresa trouxe duas enormes alegrias para esse mero autor. A primeira, foi que a capa saiu exatamente como havia imaginado, inicialmente quando da elaboração da primeira ideia de capa. Infelizmente, naquela oportunidade, não consegui fazer dessa forma. Mas está aí ela, exatamente como imaginei. A segunda alegria veio da origem da capa. Quem a fez e me presenteou, foi meu próprio filho. Não é fantástico??
Escrever esse romance, já foi um grande sonho conquistado. Poder ter a participação de meu filho, de uma forma tão surpreendente, é bom demais.
Precisavam ver o tamanho do meu sorriso, quando digitei o nome dele como criador da capa.
Felicidade sem limite.
Tinha que dividir essa alegria com vocês..
Valeu, filhote!!

quarta-feira, 22 de julho de 2020

Meu quarto livro... Billy

Enfim consegui publicar me quarto livro, ainda que da forma mais barata, infelizmente, mas saiu.
Esse livro estava desde 2011 na espera, queria publicá-lo com alguma editora, mas os preços desanimaram.Bem, de uma forma ou de outra, aí está ele.
Foi publicado pelo Clube de Autores, o link segue abaixo.
O problema de lançar por sites como esse, é que a gente tem que fazer tudo. Correção, diagramação, capa, etc...
E a arte da capa nunca sai como desejamos.
O que me deixa feliz, é que está realizado mais um sonho.
Se você gosta de histórias e romances do velho oeste americano, achou um livro que poderá te agradar. Segue a apresentação dele:


“Os caras como Elsing, não morrem se não forem mortos"

Essa frase de um filme de 1960, retrata bem o que cada linha deste livro diz.

Uma entrega feita a um jovem rapaz, numa pequena caixa, enviada a ele há trinta anos, antes mesmo que ele tivesse nascido, traz recordações e dores a todos que o cercam.
A justiça não enxerga o tempo ou barreiras e ninguém sairá daquele mundo, antes que os antepassados estejam em paz. Não há poder que resistirá o destino traçado por uma arma que viajou no tempo esperando a hora de novamente funcionar.

Há os que acreditam que promessas de amor sempre são realizadas. Outros acreditam que a vingança vive além do que podemos chamar de mundo.

Will e Billy, fizeram isso acontecer.

domingo, 19 de julho de 2020

Apenas sorria...

Não chore por mim,
quando achar que não mais me verá.
Quando pensar que parti sem dizer adeus, pois
descobrirá de alguma forma, não disse porque sei que é até breve.
Não chore por mim,
se não conseguimos conhecer a nossa cidade
na verdade, estarei te esperando lá quando chegar.
Não chores por mim,
se pensares que de novo te deixei.
não tem como te tirar do meu coração, faço parte de você.
Não chores por mim,
Se não estou ai para te estender minha mão,
Acredite, se fechar seus olhos me verá a teu lado.
Não chores por mim,
quando não escutar mais minha voz,
ela estará gravada em cada linha que deixei escrita
Não chores por mim,
quando a saudade me trazer até sua lembrança,
não serei um passado vivido, mas o presente em seus atos,
não chores por mim,
porque jamais os deixarei.
Mas deixe essa lagrima de saudades que escorre
encontrar seu sorriso que encontrará com o meu em seu coração.
Não chores por mim,
porque estarei acariciando seus cabelos ou soprando seu rosto,
quando mais precisar de alguém. Estarei aí com você.
Não chores por mim,
porque não parti, apenas sorria porque agora estou bem.
Amo você.

quarta-feira, 1 de julho de 2020

Crônica publicada.



Que satisfação dividir com vocês, mais esse prêmio.

Sinceramente não esperava receber um exemplar, assim tão rápido e ainda, de grátis.

Quando tocou meu interfone, como não esperava nada, pensei... "Chegou mais uma conta".

Foi uma surpresa emocionante.

Os direitos autorais foram doados para a comercialização do livro, indo todo o recurso arrecadado para o Projeto Missão Covid, escolhido pelo Clube de Autores, gerador do concurso.

Para saber mais sobre a Missão COVID, por favor acesse www.missaocovid.com.br.



Se quiser contribuir com eles o livro está disponível no link abaixo: https://clubedeautores.com.br/livro/cronicas-de-quarentena

terça-feira, 30 de junho de 2020

Injuriado



Tô injuriado hoje e f....
As vezes, e eu escrevi "as vezes", fico assim. Na verdade, não sei se são por minhas razões ou meus desacertos. Percebi que mesmo que esteja certo, já tô errado. Injuriado mesmo.
É claro que poderia escrever tudo aqui mesmo, mas de nada adiantaria.
Como serão poucos que lerão e ainda assim não entenderiam bulhufas, até poderia tentar, mas deixamos de história.
Sai de casa irritado e nem fechei o portão. Problemas com o trabalho, não fui promovido novamente, Os meus cachorros que destruíram meu lazer e derrubaram meus vasos de pimentas. A mulher começou o dia pegando no pé, compra isso, paga aquilo, Filhos brigando entre si, nunca se entendem. O meu carro, ferrou o motor. Meus irmãos, se afastando um do outro por bobeiras.

E por que não fechei o portão?

Porque cheguei até ele para pensar no que fazer, achar uma saída e me chega um rapaz, com um papel a me entregar. "Sua conta de energia, senhor", o rapaz me entregou sorridente e foi como se dissesse: "Não vai conseguir pagar mesmo". O pior é que ele tinha razão.
Cheguei no bar do Thomé.
- Me veja uma cerveja bem gelada, Thomé.

- O freezer pifou de manhã, estou sem nada gelado.

- Então me dê uma cachaça, então!

Talvez assim poderia relaxar um pouco e deixar de pensar naquilo tudo, mas percebi que esqueci a carteira em casa e paguei um mico. Ainda bem que Thomé que quebrou meu galho e colocou o gasto na minha conta.

Conta aliás, que nem tinha.