segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Outra seletiva


Vai que...

Cá estou eu novamente tentando crescer profissionalmente, outra seletiva, desta vez para crescimento profissional, dentro da mesma empresa que atuo.

Tudo começa como sempre, quatro conduções de Caçapava a Jacareí, e lá se vão 3:40 entre sobe, desce, espera, sobe de novo e assim vai...

Cheguei na hora marcada e de bem com a vida. Pronto pra encarar o que viesse. Na noite anterior fiquei até às onze da noite preparando o material que levaria para me apresentar, consistia de um origami, uma quadro de evolução da formação econômica e o meu maior desafio vivenciado: Criar e educar meus filhotinhos.

No ensaio final, tendo a querida Jackie como plateia, tudo correu como esperado. Uma correção aqui, um ajuste ali e pronto. Depois de tudo bem alinhado, fui dormir.

Quatro da manhã, lá estava eu pronto pra sair de casa e começar a maratona. Abri a porta e comecei com o pé direito... Enroscando na caminha do Twoo, meu cachorro que dormia ali sossegado, e lá fui eu para o chão e de quebra, derrubando o vaso de lírios da Jackie e fazendo o cachorrinho sair em disparada de medo.

Entre palavras não permitas escrever aqui, sai me limpando e ajeitando minha mochila, enquanto Jackie dizia que estava tudo certo e para eu ir em paz. Então fui. O dia estava ainda muito escuro e muito calmo. O primeiro ônibus logo chegou e parti para a rodoviária. O segundo saiu logo em seguida a minha chegada e antes mesmo das seis e meia, já estava a caminho de São José dos Campos à Jacareí, no terceiro ônibus. Apesar do início desastroso do dia, tudo deu certo e faltando 15 minutos para a seletiva iniciar, lá estava eu ainda tranquilo aguardando a turma chegar.

Até que chegasse o início das apresentações tudo estava sobre controle, as pernas não tremiam as mãos não suavam e o estomago estava quietinho. Então começou as apresentações.

Os concorrentes levaram de tudo que se possa imaginar para se apresentarem. Teve de bola de rúgbi, a guitarra em miniatura, cartolinas mil, tudo muito bonito e bem elaborado. Vai um, outro, mais um e chegou minha vez. Tudo estava na ponta da língua e meu material ao lado. Material?

De tudo que preparei apenas o que consegui manusear naquele momento, foi o pergaminho preparado com as fotos dos meus filhotes. Sei lá de onde veio um nervosismo e tremedeira que achei melhor não arriscar.

Tudo muito bom, a apresentação, a dinâmica, que desta vez não teve nada de estranho e ficou bem claro o que buscavam, e a redação. Sei que poderia ter sido muito melhor, tinha potencial para isso, porém, ainda assim, consegui me classificar para a segunda etapa.

Esta segunda e última parte seria a entrevista direta com a bancada de avaliadores. Normal, me senti muito a vontade e acredito ter indo bem, de acordo com o que eu poderia fazer, mas novamente não dei meu 100%. Agora é só esperar o resultado e acreditar.

O aprendizado e a experiência foram ótimos. Não sei dizer exatamente o que, mas algo aconteceu comigo depois disso tudo. Estou me sentindo muito leve e energizado. Talvez seja por saber que não dei tudo que podia e ainda assim sai da entrevista muito bem, não diria que era confiança, foi algo maior e sei que a qualquer momento vou descobrir.

Voltei pra casa e lá estava Twoo no portão, todo feliz, como eu.

A luta continua.

domingo, 31 de agosto de 2014

Atualizando nossa galeria

Se, ser pai é muito bom e traz uma felicidade imensa, imaginem ser pai de um Quarteto Fantástico...
É isso mesmo e por isso sou feliz quatro vez mais. 
Meus quatro filhotes são incríveis mesmo, e só para atualizar minha galeria de fotos, ontem fui buscar meu presente do Dia dos Pais. Um show imperdível do IRA!
Presente do filhote mais velho, quer dizer, experiente. 
Enquanto esperávamos que os caras aparecessem no palco, já muito ansiosos, rolou uma seleção incrível com tudo que o rock nacional já criou de bom. Foi um aquecimento que ferveu até o mais gélido distraído, que parecia ter entrado em show errado, estava mais pra pagodeiro ou aquelas regatadas mulheres, delicadas, super produzidas e elegantes, diante de um frio externo de 19 graus. Imagine tudo de bom que foi produzido nos anos 80 e 90 do rock nacional, sem regulagem, cortes ou dosagem mesquinhas, pois é o DJ deixou rolar de tudo. O povo e especialmente aquelas mulheres que citei ai atrás, que estavam discretos só balançando de um lado para outro, com passinhos ensaiados, enlouqueceram.
Quando os caras deram o ar da graça no palco, eu já estava ficando rouco, descabelado e muito, muito animado mesmo.
Dai pra frente foram duas horas de um show incrível, com direito a cinco músicas como bis. 
Edgar está velhinho, é verdade, mas está melhor do que nunca. O cara fez com que eu voltasse pelo menos duas décadas atrás. Nasi já não é o mesmo, mas apesar do cara do som ter tentado boicotá-lo, também arrebentou. Arrebentou com minhas pernas, garganta e o que mais ainda insistia em movimentar meu corpo. Com Jackie, Biel e mais um casal de amigos, abraçados e saltando a todo momento, cantando o mais alto que a voz já falha permitia, "... Meus sentidos estão estão todos a mil, no meu carro tem um banco vazio. Vem ficar comigo sem mais demora, pra ficar comigo, de vez... ". Não tinha quem não se empolgasse ao nosso lado.
Apesar de que faltaram as músicas, Bebendo Vinho e Coração, os caras agradaram demais e arrebentaram,, mostrando o quando ainda estão em forma.
Já era quase três da manhã e lá estava eu e o Biel, abraçados, batendo cabeça e cantando em dueto todas as canções, fazendo coro para o Nasi.
Esse moleque sabe mesmo como presentear e agradar ao pai.
Valeu filhote! Por mais esse presente e tanta alegria que proporcionou a esse velhinho cinquentão.
Está atualizada nossa galeria de fotos em shows. Vamos para o próximo.
É nós, filhote! 

sábado, 30 de agosto de 2014

# 226 - Arnold Schwarzenegger

Pensamento Vivo - 226
 
“Para mim, a vida é estar continuamente faminto. O significado da vida não é simplesmente existir, sobreviver, mas sim seguir em frente, subir, alcançar, conquistar.”
 
 
Arnold Schwarzenegger

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

25 maneira de valorizar as pessoas

25 maneira de valorizar as pessoas

Este livro escrito pelos autores John C. Maxwell e Les Parrot, nos ensina que atrair pessoas e conquistar a simpatia delas é uma das maiores vantagens de quem possui carisma. E, ao contrário do que muita gente pensa, sim, é possível aprender a ser mais carismático do que você acha que é, ou não é, tornando-se mais feliz por ter essa característica.


As autores John C. Maxwell e Les Parrott, ambos especialistas em ensinar a desenvolver relacionamentos, escreveram este livro 25 Maneiras de Valorizar as Pessoas, sugerindo um modo de conseguir que as pessoas que nos cercam sintam-se especiais. Uma das grandes lições é encorajar e ajudar os outros a realizarem seus sonhos, pelo menos tentar. Segundo os autores, essa é uma dádiva maravilhosa que se pode oferecer a alguém.



Opinião:

O livro traz tecnicas muito eficazes, testei várias com um resultado surpreendente, mas é preciso perseverar. Apenas uma advertência: foi escrito para quem quer realmente valorizar, de coração. Muito bom.

sexta-feira, 15 de agosto de 2014

Cara de um, fochinho de outro.

Outro dia, ao ver uma foto do meu filhote vestido de Superboy num encontro cosplay — modéstia à parte, ele estava perfeito —, me peguei lembrando de quantos “personagens” já encontrei por aí, pelas ruas da vida.

Sempre que caminho pelo centro da cidade, tenho esse hábito: observar. Gosto de parar na praça principal, sentar num daqueles bancos confortáveis e só... olhar. É incrível como, no vai e vem apressado das pessoas, surgem rostos familiares, mesmo que eu nunca os tenha visto antes.

Às vezes, com um pequeno ajuste aqui ou ali, alguém poderia ser sósia de um personagem famoso. Já cruzei com verdadeiros clones do Bart Simpson, do Curinga, do Pinguim... Já vi um Amado Batista de chinelo e um Bruce Springsteen vendendo picolé. E teve até um Jack Nicholson numa rodoviária, igualzinho — das sobrancelhas grossas à expressão meio cínica. Encarei tanto que o pobre coitado, constrangido, disparou:

— Já sei, já sei… pareço com aquele cara do filme. Mas dá um tempo, né?

Era mesmo de se duvidar: cara de um, focinho de outro. Daria fácil pra enquadrar no famoso “Separados no Nascimento”.

E aí fico pensando… Se eu fosse — e veja bem, se eu fosse — a um desses encontros cosplay, já sei quem seria: o Coisa, do Quarteto Fantástico. Ou, como minha filha Lívia apelidou carinhosamente, o Hulk Laranja.

Me imagino indo já transformado de casa até o evento. As pessoas se afastando assustadas, tentando entender o que era aquela criatura laranja e troncuda entrando no ônibus, perambulando pelo centro da cidade, mexendo nas prateleiras das lojas... Cômico.

Ano que vem, meu filhote quer ir fantasiado de Demolidor, o homem sem medo — que, aliás, é meu segundo herói favorito. Quem sabe eu não me anime também?

Pensando bem... do jeito que estou mais baixinho, mais lento, e já com uma certa "sabedoria de idade", talvez me encaixasse melhor como o Mestre dos Magos. Vai saber. No fim das contas, cada um tem o herói (ou vilão) que pode ser.

É pra se pensar. Vai que...