segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Fazer hoje pra não chorar amanhã.


Há muito tempo alertas vem sendo dado sobre os riscos que criamos hoje e que na época de chuvas resultam em tragédias, mas o que é feito para evitar? Recentemente li uma matéria de Germano Woehl Junior, sobre a destruição da mata ciliar do rio Itajaí em Santa Catarina e imediatamente me veio ás imagens do inicio do ano, inundações, enchentes e as tragédias que muitas famílias viveram. O que foi feito efetivamente para termos um 2012 mais seguro em relação ás chuvas de verão? Em seu artigo ele comenta as imagens da década de 50, evidenciando as enchentes em Blumenau desde aquela época, mas há registros de mais de 70 inundações nessa linda cidade desde sua fundação em 1852.
As décadas passam, os anos voam e os governos continuam numa boa, Não coíbem os desmatamentos, as invasões em área de riscos e depois saem querendo mostrar o lado humanitário aparecendo diante das câmeras televisivas mostrando sua solidariedade aos que foram lesados de seus bens e entes queridos.
Sempre ficamos impressionados com a força da natureza causando deslizamentos, arrastando tudo o que tem pela frente com a força de um tsunami, um furacão ou um terremoto de grandes dimensões.
Não sobra nada que estiver em seu caminho. Os desmatamentos não param, avançam e com a mesma força a natureza responde. Sem as matas para fazer o seu papel de reter a água da chuva e os cuidados com moradias em encostas, em áreas de risco, a cada dia aumenta mais as chances de grandes tragédias Sem a tomada de medidas extremas hoje, amanhã teremos que chorar as tragédias.
Pena que os maiores sofredores disso tudo, se esqueçam em outubro o por que ocorreu tanta dor no inicio do ano e façam permanecer ou voltar, administradores incompetentes que não tomaram ações necessárias em tempo hábil. No próximo ano teremos novas eleições, torçamos para que não haja novas tragédias.

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

A Formação de Nossos Filhos e Deus


Como preparar as nossas crianças religiosamente? Como ensiná-las sobre Deus?

Os primeiros passos sempre vem coma formação dos pais, que repassam a elas tudo e como aprenderam sobre Deus, aprendizados que normalmente também veio de seus pais.
Hoje diante da “modernidade democrática”, muitos  acham errado tal formato e criam outros conceitos e formas para levar até as novas crianças o aprendizado da fé, mas qual é o melhor caminho?
Um escritor inglês no século XVIII afirmou: “Temos religião suficiente para nos fazer odiar uns aos outros, mas não suficiente para que nos amemos uns aos outros”.
Estaria ele correto?
Seria correto os pais ensinarem suas convicções religiosas, sua crença a eles desde pequenos ou deveriam esperá-los crescerem até uma idade de melhor compreensão e conversar sobre sua formação?
Uma pesquisa realizada em 2008 publicado na revista “Social Science Research” afirmou: ” Tem se mostrado que tanto no caso da mãe como no caso do pai, a religião fortalece o vinculo com os filhos” e ainda que “Religião e espiritualidade parecem ser aspectos importantes na vida de muitas crianças e são vitais para o relacionamento familiar”.
Parece que o mais sensato, seria iniciá-los com a base comum das religiões sobre Deus, é claro que tendo por base sua religião e crença, mas dando liberdade para que eles possam discutir os conflitos e duvidas que surjam pelo caminho.
O problema não é conduzi-lo pelo mesmo caminho que percorre e sim coibi-lo de conhecer outros ou ainda denegrir outras religiões.
Formação religiosa é um assunto de família sim. Afina,l a família é a base de qualquer inicio de formação, as escolas públicas ou dominicais apenas enriquecem e discernem, orientando.
Como o escritor inglês afirmou, a história sempre mostrou e mostra que as religiões tem potencial de incitar a intolerância e o ódio, mas da mesma forma sempre mostram um amor à Deus de forma muito clara e forte.
Será que nós pais poderíamos ensinar à nossos filhos que todos somos filhos do mesmo Deus, alguns desgarrados e necessitando muito de ajuda, alguns descuidados deixando-se confundir e precisando desesperadamente de um caminho e ainda outros que se colocam como representante direto de Deus, passando por cima desses mesmos irmãos, sentindo-se preterido à outro filho qualquer?
A resposta sempre retorna ao início, Amá-lo sempre acima de tudo e todos, respeitando a todos os demais filhos como a si mesmo. Quem sabe assim nossos consigam algo que não conseguimos sequer ensiná-los, amar o próximo sem restrições, julgamentos e discriminações.

Óleo de Lorenzo



Óleo de Lorenzo




Título Original: Lorenzo’s Oil  
Direção:   
Ano de lançamento: 1992
Gênero: Drama      
Elenco:  Nick Nolte e Sussan Sarandon


Um garoto levava uma vida normal até que, quando tinha seis anos, estranhas coisas aconteceram, pois ele passou a ter diversos problemas de ordem mental que foram diagnosticados como ALD, uma doença extremamente rara que provoca uma incurável degeneração no cérebro, levando o paciente à morte em no máximo dois anos. 
Os pais do menino ficam frustrados com o fracasso dos médicos e a falta de medicamento para uma doença desta natureza. Assim, começam a estudar e a pesquisar sozinhos, na esperança de descobrir algo que possa deter o avanço da doença.


Opinião:
Um drama lindo, com uma interpretação fantástica do elenco, vale a pena.



terça-feira, 6 de dezembro de 2011


Ganhamos o direito de organizarmos a próxima Copa do Mundo e as Olimpíadas de 2016, diante das coisas que vivemos neste país, será que estaremos preparados?
A Alemanha, a grande potência, também estava, era 5 de setembro de 1972, depois de deixar para trás cidades como Detroit-EUA, Madrid-Espanha e Montreal-Canadá, Munique cidade alemã, sediava os XX Jogos Olímpicos o maior de toda história até então.
Tudo se desenvolvia em um ambiente bastante pacífico e acolhedor, eram 121 países de todo o globo com mais de 7100 atletas e com o recorde absoluto de provas.
Com uma competição de altíssimo nível, restavam apenas mais 6 dias de competições que trouxeram algumas surpresas, como a derrota do imbatível basquete americano para a então eterna segundo lugar a União Soviética e o fantástico feito do nadadora americano Mark Stiks que simplesmente quebrou todos os recordes mundiais, em todas as suas competições.
Para nós brasileiros, também estava sendo muito especiais os jogos que pela primeira vez na história estávamos recebendo a transmissão ao vivo da olimpíada.
Porém a madrugada do dia 5 de setembro, apesar de toda a segurança alemã, trouxe uma surpresa desagradável a todos, cinco terroristas invadiram a vila olímpica e o edifício 31, onde estavam alojados equipes de três países, os representantes de Hong Kong, Uruguai e os israelenses.
Para invadir o alojamento dos representantes de Israel mataram o técnico de luta livre e um halterofilista, que com sua coragem tentando impedir a invasão permitiu a fuga de alguns atletas. Ambos, Moshe Weinberg e Joseph Romano respectivamente, técnico e atleta, foram mortos por rajadas de metralhadora pelos terroristas do grupo denominado Setembro Negro, BSO (Black September Organization).
Houve a paralisação temporária dos jogos e o mundo parou para acompanhar o acontecimento. Com nove reféns israelenses em seu poder o grupo exigia a libertação de 231 presos em Israel e um avião que os levasse com os reféns para uma capital árabe.
A polícia alemã armou uma emboscada no aeroporto de Munique numa tentativa de libertar os reféns, porém não funcionou e houve um enfrentamento aberto e todos os reféns da equipe de Israel foram mortos, após feroz batalha que ainda teve a morte de um policial alemão e de quatro terroristas.
Os jogos retomaram após 34 horas dos assassinatos com uma missa e homenagens aos mortos.
Essa história foi recontada anos depois através do filme ”Munique” de Spilberg em 2005, que tem o desenrolar de toda sua trama após a tragédia.
Torçamos que tudo isso realmente tenha ficado apenas na história.

sábado, 3 de dezembro de 2011

Uma Cruz dos Escombros para Ozzy


Ele é mesmo uma figura e por ser assim sempre há gente em sua volta ou tentando lhe agradar. O polemico Ozzy Osbourne, ex- Black Sabbath, ganhou um presente  de valor inestimável de uma equipe de bombeiros e funcionários públicos: uma cruz feita com os escombros do World Trade Center.
No dia do atentado de 11 de Setembro em 2001, há 10 anos atrás, Ozzy estava em um hotel na cidade de Nova York quando as Torres Gêmeas foram atacadas por terroristas.
Sharon, esposa de Ozzy, em seu programa “The Talk” na última a quinta feira, 08/09, falou sobre o dia:”Naquela manhã, descemos para o café, eu e as crianças estávamos tomando o café da manhã, e o prefeito também estava no hotel. 
Então alguns homens vieram e sussurraram em seu ouvido, e ele saiu. Nós subimos e vimos as notícias que todo o mundo presenciou. Eu me lembro o dia em que aconteceu: fomos até o telhado do hotel e ficamos olhando para baixo para a Quinta Avenida. Não havia nada. Não havia ninguém. Não havia pássaros. Não havia nada. Só o silêncio. Um silêncio aterrador”.
Apesar da fuga com a família para a Costa Oeste, Ozzy Osbourne que testemunhou toda a tragédia, voltou a cidade de Nova Iorque para se encontrar com bombeiros e voluntários que arriscaram suas vidas para salvar tantas outras.
Seu ações após o acontecimento o levaram a ganhar um gesto de agradecimento da equipe de salvamento, os bombeiros e os funcionários públicos se sentiram tocados pelo retorno e ações de voluntário de Ozzy Osbourne.
Sharon ainda em seu programa revelou ao público: “Eles fizeram uma cruz com material da Torre Sul, quando dei a ele, duas semanas mais tarde, sem exageros, ainda estava quente”.
Exageros a parte, o ato de Ozzy e de outras centenas de pessoas realmente tocou ao mundo inteiro, estarrecido com a proporção da tragédia causada pelo terrorismo levando a morte a muitas pessoas e dentre elas mais de trezentos corajosos bombeiros.