sexta-feira, 29 de junho de 2012

Apaixonada (o)... Dicas II

Como os amigos elogiaram o texto anterior, resolvi continuar com meus pitacos e orientações aos corações desorientados rumo à amada ou o amado ou os dois, sei lá... 
As pesquisas mencionadas são verídicas, mulheres sinto muito, mas é os estudiosos e pesquisadores que afirmam tudo isso.

Vamos lá a outras dicas importantes:

Sorrir, é fatal pra agradar logo de cara, só não exagere, o outro pode se sentir um Bozo. 
Dica: Homens sorriem sensualmente, aquele sorriso meio de lado, levantando apenas um dos lados do lábio, muito bom. Mulheres tenham sempre um sorriso entre tímido e desafiador, batata, quero dizer estamos na rede. Foi. Fatalite.
Informação: Agora muita base científica. As universidades Aberdeen e St. Andrews (Escócia), Liverpool (Inglaterra) e Harvard (EUA) afirmam que as pessoas acham mais atraentes quem vem com um sorriso no rosto do que com uma expressão neutra. E ainda fizeram uma pesquisa tripla para descobrirem isso... Brincadeira. 
Cuidado: Segundo um estudo da Universidade de British Columbia (Canadá), as mulheres não gostam de homens que parecem felizes demais. Vá se entender.

Comunicação é primordial, tem que ser clara e leve.
Dica: Homem conte sobre as viagens que fez e se não fez não invente, quando ela perceber que Toronto que falou não é em Mali, dançou. Mulher, cuidado ao falar de cinema, eles adoram aventuras e ação e não aventuras com ação são românticos, mas não tão sensíveis.
Informação: Pode ser que no primeiro encontro se desentendam sobre gosto e conversas assim afirma o psicólogo Richard Wiseman, da Universidade de Hertfordshire (Reino Unido). Fala verdade...
Cuidado: Se não sabe nada de inglês não arrisque confundir God, com Good... Os dois são bons, mas você pode se dar mal. Deixe de lado.

Pra encerrar, quando sair com outra pessoa, fique atento sempre. 
As principais dicas podem estar ao pedir uma cerveja, ao discutir o programa e o definir o depois disso tudo.
Se esta apaixonada (o), tudo pode dar certo se tiver um pouco de calma, ser sincero e cavalheiro. Nunca esqueça o mais importante: seja verdadeiro, o que realmente é ruim são as mentiras e enganações, elas não te levarão rumo ao coração amado.
Segundo pesquisas das universidades do Kansas e da Califórnia (EUA)... Ah! Deixa pra lá...
Vá curtir seu amor... 
Pesquisas... Eca.

quinta-feira, 28 de junho de 2012

Excel - Lista com Validação I

Quando precisar selecionar um conjunto de informações numa célula do Excel, evitando erros de digitação a utilização de listas facilita o preenchimento de dados. Primeiro escreva a lista  que precisará usar na planilha do Excel, como a lista de cores no exemplo abaixo:





Clique na célula que quer colocar a validação, como no exemplo na frente de Eu, vá em Dados, Validação de Dados, Configurações, clique na cx de opções e escolha lista.

























Clique em Fonte e selecione sua lista de cores e dê OK.
Pronto. Aparecerá na célula escolhida a lista pra selecionar sua cor preferida. Depois é só copiar (Ctrl+C) e colar (Ctrl+V) na frente das outras células, Você, Ele, Ela, Nós. Feito sua lista de validação.












Heróis


 

Acho que, no fundo, todos nós já quisemos ser algum tipo de herói. Não necessariamente para salvar o mundo — embora às vezes até fantasiemos com isso —, mas para impressionar alguém especial: um filho, uma afilhada, um sobrinho... quem sabe até uma namorada.

Já contei sobre o Hulk Laranja — uma boa lição que ganhei da minha filha. Crianças nos ensinam muito, e muitas vezes acabamos vivendo uma espécie de personagem só pra vê-las sorrir. Falo como pai e tio coruja: apaixonado por cada pequeno gesto, por cada olhar de admiração.

E essa vontade de ser herói nos acompanha, mesmo quando o tempo parece correr cada vez mais rápido.

Outro dia fui ao cinema com meu filho. Fomos assistir “O Poderoso Thor”. A sensação era de estarmos de volta à infância — dois garotos conversando sobre histórias em quadrinhos, vilões, superpoderes e efeitos especiais. Rimos, discutimos, nos empolgamos. Foi incrível.

Saindo do cinema, enquanto caminhávamos em direção à lanchonete, ele me perguntou:

— Pai, qual é o seu herói preferido?

Respondi sem pensar muito:

— Homem-Aranha!

Na hora começou a gozação. Segundo ele, eu gostava de um herói “de colanzinho vermelho”. Ri e entrei na brincadeira, mas fui logo defendendo o meu ponto.

Expliquei que o Homem-Aranha sempre me pareceu mais próximo de nós, humanos comuns. Era só um garoto com poderes incríveis, mas carregando um senso de responsabilidade gigante, às vezes até maior que sua compreensão. Tinha problemas reais, conflitos de relacionamento, dúvidas, medos. Tinha que cuidar da Tia May, lidar com os amigos, com a escola, com a vida. Sempre dividido entre o Peter Parker e o herói que o mundo precisava.

Chegamos à lanchonete. Fizemos nosso pedido, comemos, rimos mais um pouco — e eu, claro, ainda tentando provar que meu herói era o mais “gente como a gente”.

Na hora de ir embora, já a caminho do caixa, resolvi devolver a pergunta:

— E você, filhote? Qual é o seu herói?

Ele me abraçou forte, sorriu e respondeu:

— Muito boa a sua defesa. Meu herói é igual ao seu...

— O Homem-Aranha?

— Não, pai. Meu herói é você. Mas... a conta do lanche é tua, hein, herói!

E aí? O que se faz depois de uma dessas?

Só agradecer. Valeu, guri.

quarta-feira, 27 de junho de 2012

Apaixonado(a)... Dicas I


Talvez eu nem seja a pessoa ideal pra falar do assunto, mas como gosto de escrever, achei conveniente dar meus pitacos nesse tema tirado diretamente de minhas anotações experimentais de sandices.
Se você homem ou mulher está nessa condição de “apaixonado” darei umas dicas experientes, algumas não funcionais por condições adversas, mas quem sabe... Vamos a elas.
Se for homem sempre tenha flores por perto, infalível. Se mulher saiba de futebol, fundamental. 
Dica: Não faça como eu, ela era alérgica, pergunte primeiro. Você mulher, pelo amor de Deus, pergunte discretamente o time dele, não me venha com a camisa do time rival.
Informação: Numa Universidade, uma pesquisa mostrou que as mulheres acharam mais interessantes homens e ficaram dispostas a sair com eles, depois que viam imagens de flores.
Enquanto isso no Brasil nós homens buscávamos outras imagens. Não de flores, é claro.
Cuidado: A aliança era a segunda busca, se bobear não adianta explicar. Serve para os dois.

Fixar o olhar é importantíssimo.
Dica: Cuidado se um dos dois tiver algum problema como Estrabismo, conjuntivite ou olho gordo, pode complicar ou deturpar.
Informação: Nos Estados Unidos, sempre lá, acho que não fazem nada a não ser isso, uma Universidade pegou duplas de voluntários que não se conheciam para manter contato visual por 2 minutos e eles desenvolveram um afeto "significativamente!" maior um pelo outro, seja lá o que quiseram dizer com isso. Se homem, não pisque, já que o mesmo estudo diz que valorizamos mais as demonstrações de carinho. Se mulher aja sempre com bastante carinho, sempre caímos nessa.
Cuidado: Ao piscar. Como a concorrência está grande, piscou dançou. Já Elvis.

por fim...
Nunca, mas nunca enrole. Já foi pesquisado que os homens são mais românticos, acredite se quiser. Também que dizemos "eu te amo" primeiro que as mulheres, estão vendo mulheres são pesquisas científicas. Só não pergunte onde li isso, mas li.
Só sei que se fizer charminho demais pode até ser divertido, mas dança. Todo mundo gosta que o outro mostre interesse logo, se um ficar esperando o outro, chega o terceiro, eles sempre estão à espreita e leva. 
Ah... Isso também vem de uma Universidade americana de Bucknell.
Tudo muito científico.
Então... Paro por aqui, senão o terceiro pode estar por perto e eu escrevendo ainda...
Boa sorte ao consolidar sua outra metade.

terça-feira, 26 de junho de 2012

Liderança



Li nesses últimos anos alguns livros sobre liderança, esse é um tema que me chama atenção e me fascina, porém, muitos desses livros não me trouxeram tanta certeza de ser realmente algo que norteasse a ser um líder.
Citá-los não ajudaria em nada nem acrescentaria algo nesse nosso espaço de conversas e opiniões. Mas sempre que possível os recomendo em LivrosBons.
Pois bem, em alguns dos livros que li uma coisa me chamou a atenção. Na sua maioria colocam a liderança como um lugar de conquista e de vitória. Até aí tudo bem.
Mas o que me trouxe a escrever sobre o tema, é que os acho um tanto contraditórios em alguns pontos, principalmente no que diz respeito às referências constantemente citadas. Muitos, senão todos, usam biografias como modelos de liderança e esses ícones referenciais, também em sua maioria, não foram bem sucedidos no mundo dos negócios ou não tiveram ganhos materiais significativos. E diria que muitos nem buscavam isso.
O mais lembrado entre esses ícones é sem dúvida Jesus Cristo. Sempre como o maior líder de todos os tempos. Mas o que Ele buscava nada tem com o que a maioria dos autores sugere para ser um grande líder.
Sua busca era outra. Seus exemplos quando citados na maioria das vezes tem significados totalmente distante do que o Galileu passava. Que era e que foi o maior não há duvidas. É unânime entre os autores.
Mas acho que, muito de Seus atos convertidos a exemplo para ser líder, é equivocado. A simplicidade rica, a delicadeza firme e a clareza de tudo que fazia têm muito mais profundidade do que temos, de capacidade, de entender e ensinar.
A crença e confiança são os maiores exemplos Dele que procuro viver. Entendo que, quem quer seguir um caminho para liderança deve começar por aí. Sem querer, é claro, ser mais um norteador, apenas dando um testemunho.
Meu inspirador de vida é essa passagem: 

"Olhai para os lírios do campo, como eles crescem; não trabalham, nem fiam;
E eu vos digo que nem mesmo Salomão, em toda a sua glória, se vestiu como qualquer deles.
Pois, se Deus assim veste a erva do campo, que hoje existe, e amanhã é lançada no forno, não vos vestirá muito mais a vós, homens de pouca fé?"- Mateus 6:28-30

Essas palavras são o meu norteador, minha referência e Ele minha vida.

Se procuras ser um líder sabe aonde achar a melhor orientação, basta apenas que saiba que tipo de líder quer ser.
Sendo assim saberá como seguir e usar esse conhecimento. Não há regras, não há prêmios ou vitórias, há apenas uma entrega, confiança e crença.

segunda-feira, 25 de junho de 2012

domingo, 24 de junho de 2012

Então...

O colega indo pra casa, 
foi quase isso.
Apenas o cão é fictício.
 Foi uma semana puxada. Treinamento, testes, pressão. Acumulam-se as atividades de rotina... Tudo o que podia acontecer para complicar aconteceu, chuvas constantes, frio insistente mas, enfim, chegou o fim de semana.
O que mais me chateou em todo esse sufoco e correria da semana, foi a falta de tempo pra escrever aqui. 
Não consegui escrever, revisar e muito menos publicar. Os dedos tagarelas ficaram revoltados e me causaram até câimbras... Não é coisa de velhos não, engraçadinhos! Apenas ansiedade de registrar minhas sandices.
Durante meu treinamento, por diversas vezes me vi rabiscando nos cantos da apostila inícios de sandices. Quando percebia voltava ao foco em questão. Até que numa avaliação escrevi algo que o instrutor disse: "Freitas, não entendi". Revi e também não entendi... Pensei... Vamos focar!
Então...
Desculpem-me a ausência necessária.
Tenho que contar-lhes um episódio... Minhas vivências pra variar...
Quando se junta uma turma dessas sempre tem história pra contar, pois então... Lá vai.
Acreditem que na saída do treinamento, já no elevador um dos colegas percebeu sua mochila mais pesada do que o normal e comentou. Prontamente justifiquei que é o cansaço do treinamento puxado e os demais colegas concordaram, mas com pequenos sorrisos entregadores.
Não deu outra o colega olhou-nos desconfiado e resolveu abrir a mochila.
O que tinha de tranqueira... entre papeis de rascunhos, caixa de papelão amassada, sem contar o monte de bolachas e pão de queijo dentro dela, foi impressionante. Tinha até um rolo de papel higiênico industrial, aqueles enormes. Acho que todos tiveram a mesma ideia de aprontar com ele. 
É do tipo muito brincalhão, super comunicativo, descontraído. Resumindo... Um gozador, boa praça.
Numa sintonia perfeita todo mundo teve a mesma ideia e deixaram uma contribuição. É o preço de ser popular...
Pra todos os efeitos... Eu nego!


Andarilho II - A luz azul

63,8 Km

Logo no início da minha caminhada, a estrada me sorriu. Ao passar por São José dos Campos, a sorte tomou forma num carro azul, reluzente, quase recém-saído da vitrine, que seguia em direção a Taubaté. O motorista buzinou alguns metros à frente e me observou pelo retrovisor enquanto eu me aproximava pela direita. Cumprimentei-o com um sorriso aberto. Ao abrir a porta, agradeci — como quem agradece não apenas a carona, mas o sinal silencioso de que não estava sozinho.

Chamava-se Carlos. Representante comercial de produtos alimentícios, desses que dominam a conversa com naturalidade, como todo vendedor nato. Mal pegamos a estrada e ele já contava sua história, com entusiasmo sincero, orgulhoso da clientela que conquistara ao longo dos anos. Não os chamava de clientes, mas de “amigos comerciais”, e fazia isso com verdade.

Disse que começara ainda jovem, ajudando um tio na venda de carimbos para profissionais liberais. Ria ao lembrar do medo que sentia ao entrar em consultórios médicos. Ficava parado na calçada, suando, observando o entra e sai das pessoas, reunindo coragem. Quando finalmente se decidia, quase sempre descobria que o doutor havia acabado de sair. O alívio vinha junto da frustração: não venderia nada naquele dia.

Tentou também vender filtros de água. Gargalhou ao admitir:
— Esse trabalho não deu certo… foi por água abaixo.

Mas então sua expressão mudou. Os olhos, antes leves, ganharam firmeza ao encontrar os meus. Confessou que chegou a passar fome. Vivia de pão com manteiga e café — muitas vezes os mesmos que ganhava nas visitas que marcava. Um dia percebeu que aquilo já havia se tornado rotina: comer quase nada, sobreviver de cafezinhos. Encostou o carro lentamente no acostamento. Os olhos marejaram.

— Cheguei ao fundo do poço — disse, com a voz baixa. — Não via mais saída.

Respirou fundo, retomou o volante e seguimos viagem. Ainda sério, contou que certa noite, voltando para a casa do primo onde morava de favor, viu uma estranha luz azul no alto de um prédio antigo. Algo o chamou. Intrigado, aproximou-se. Na entrada, um cartaz gasto chamou sua atenção:

“Precisa-se de vendedor com fome.”

Sorriu sozinho.
— Sou eu — pensou.

Subiu escadas estreitas, mal iluminadas, sem corrimão, até chegar a um pequeno escritório. Um senhor escrevia numa mesa simples. Ao vê-lo, levantou-se e o cumprimentou. Conversaram longamente. O homem precisava de alguém para representar um novo produto alimentício que chegava à cidade. Queria um vendedor dinâmico, que conhecesse bem as ruas e tivesse um celular. Carlos não tinha o aparelho. Ainda assim, o homem confiou nele — e o ajudou a comprar um.

Na descida das escadas, tomado por um entusiasmo que já não sentia há muito tempo, prometeu a si mesmo que seria o melhor vendedor que aquele senhor já tivera. Antes de sair, olhou novamente para o cartaz e, então, percebeu o erro:

“Precisa-se de vendedor com fone.”

Riu alto. Arrancou o papel da parede e ergueu o olhar em busca da misteriosa luz azul… mas ela já não estava lá.

Daquele dia em diante, tudo mudou. Carlos construiu uma vida sólida: casa, carro, família. Ao me deixar na rodovia, mostrou com orgulho a foto da esposa e dos filhos. Antes de partir, virou-se para mim e disse:

— Sabe qual é o nome desse carro? Luz Azul.

Despediu-se com um sorriso e seguiu em direção à cidade. Fiquei ali por alguns instantes, olhando o céu limpo, azul como a lataria que se afastava. Sorri também, balançando a cabeça em silenciosa concordância.

Então, retomei meu caminho, firme, em direção à minha Dulcinéia.

Feliz luz azul.